May 29th, 2012

A sociedade contemporânea e seus problemas questionados, criticados e solucionados. Uma nova visão de um problema antigo. Enjoy!

May 25th, 2012
May 20th, 2012

ClockWork City

April 17th, 2012

(Source: d3ar-john, via rainwithcoffee)

April 16th, 2012
Hoje, amanhã e sempre…

Hoje, amanhã e sempre…

(via desmentindo-a-despedida)

April 9th, 2012
The Chrysler Building

The Chrysler Building

(via skyscraper)

April 8th, 2012

La Coruña Center For The Arts

April 7th, 2012

Passamos nossa vida no interior dos edifícios, nossos pensamentos moldados por suas paredes. No entanto, há surpreendentemente pouca pesquisa sobre as implicações psicológicas da arquitetura. Como diferentes espaços influenciam na cognição? Há algum tipo ideal de estrutura arquitetônica para diferentes tipos de pensamento?

Christian Jarrett, por exemplo, destaca um novo estudo sobre o mobiliário com curvas versus retilíneo. O estudo em si foi simples: os voluntários observavam uma série de salas cheias de tipos diferentes de sofás e cadeiras. Os resultados foram ruins para os fãs do alto modernismo - mobiliário definido pelas bordas ratas foi classificado como muito menos atraente e acessível. Desculpe, Corbusier.

Ou considere este experimento de 2009, publicado na revista Science. Os psicólogos, na Universidade de British Columbia, estavam interessados em ver como a cor de paredes interiores influenciam a imaginação. Eles recrutaram seiscentos indivíduos, a maioria deles estudantes universitários, e eles tinham que executar uma série de testes cognitivos básicos apresentados contra vermelho, azul ou fundos com cor neutra.

As diferenças foram marcantes. Quando as pessoas passaram por testes na condição de vermelho - foram cercados pelas paredes da cor de um sinal de pare - eles eram muito melhores em habilidades que a precisão e atenção aos detalhes fosse necessária, como a captura de erros de ortografia ou manter números aleatórios em curto prazo de memória. Segundo os cientistas, isso acontece porque as pessoas automaticamente associam vermelho com perigo, o que os tornam mais alertas e conscientes. 

A cor azul, no entanto, levou a um conjunto completamente diferente de benefícios psicológicos. Enquanto pessoas no grupo azul tiveram pior desempenho em tarefas de memória de curto prazo, eles foram muito melhores naqueles exigindo um pouco de imaginação, como surgir com criativos usos para um tijolo ou projetar um brinquedo de criança apenas com simples formas geométricas. Na verdade, os indivíduos da condição de azul geraram o dobro de “saídas criativas” do que os indivíduos em condição de vermelho. Isso mesmo: a cor de uma parede pode dobrar nosso poder imaginativo.

Qual a explicação para esse efeito? Segundo os cientistas, a cor azul aciona automaticamente associações com o céu e o mar. Pensamos em expansivos horizontes e luz difusa, praias arenosas e preguiçosos dias de verão. Este tipo de relaxamento mental faz com que seja mais fácil para nós sonharmos e pensarmos em termos de associações tangenciais; estamos menos focados no que está a nossa frente e mais conscientes das possibilidades chiando em nossa imaginação.

Por fim, a psicóloga Joan Meyers-Levy, na Escola de Gestão Carlson, realizou uma experiência interessante que examinava a relação entre a altura do teto e o estilo de pensamento. Ela demonstrou que, quando as pessoas estão numa sala de teto baixo, elas são muito mais rápidas a resolverem anagramas que envolvem confinamento, como “limitado”, “reprimido” e “restrito”. Em contraste, pessoas em quartos com tetos altos, sobressaem em quebra-cabeças no qual a resposta toca o tema liberdade, como “libertado” e “ilimitado”. De acordo com Levy, é porque espaços arejados nos deixa sentir livres. 

Além disso, Levy descobriu que quartos com tetos altos também levam as pessoas a se envolverem mais em estilos de pensamento abstrato. Ao invés de focalizar nas particularidades das coisas, elas são mais capazes de ampliar e ver o que essas coisas têm em comum. (É a diferença entre o “especifidade” versus processamento “relacional”). Às vezes, é claro, queremos nos concentrar nos detalhes de um objeto ou problema, em que no caso um porão claustrofóbico é provavelmente ideal. No entanto, quando precisamos chegar a uma solução criativa, provavelmente devemos procurar um espaço maior.

(Source: Wired)

April 6th, 2012

High Line Park, NY.

December 3rd, 2011